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O crescimento acelerado do consumo de eletroeletrônicos e informática cria um ciclo cada vez mais curto desses produtos.
O descarte – que é realizado porque esses produtos ficaram obsoletos, possuem defeitos irreversíveis ou simplesmente estão em desuso – nem sempre atende a uma política correta de proteção ambiental ou sustentabilidade.
Por não saberem que destino dar aos materiais em desuso ou desconhecerem quem possa adquiri-los com o propósito de manufatura reversa, muitas empresas estocam, durante anos, muito lixo tecnológico, preocupadas com segredos industriais e/ou propriedade imaterial.
Além da preocupação socioambiental, há questões relacionadas à segurança dos usuários de material tecnológico: o simples extravio de um celular ou pen drive, que contenham dados, imagens, vídeos, entre outros, pode gerar, em âmbito global, uma exposição negativa, chamada de “crise de imagem”, ou colocar em risco a integridade privada e patrimonial de pessoas e empresas.
No descarte correto do lixo tecnológico, dados sigilosos que podem interessar a pessoas mal-intencionadas são destruídos e perdidos para sempre.
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